domingo, 27 de maio de 2012

Revolução Inglesa:


          A Revolução Inglesa do século XVII representou a primeira manifestação de crise do sistema da época moderna, identificado com o absolutismo. O poder monárquico, severamente limitado, cedeu a maior parte de suas prerrogativas ao Parlamento e instaurou-se o regime parlamentarista que permanece até hoje. O processo que começou com a Revolução Puritana de 1640 e terminou com a Revolução Gloriosa de 1688.
          A pós a Revolução Inglesa, a Inglaterra passou a ter um governo parlamentarista, no qual todas as decisões são tomadas pelo Parlamento (o rei reina, mas não governa) e a burguesia confirmou ainda mais a sua ascensão.
Ascensão da burguesia:
          Na Baixa Idade Média, quando as cidades começaram a se formar e crescer, artesãos e comerciantes começaram a emergir como uma força econômica. Eles formaram as guildas, que eram associações e companhias que tinham o objetivo de promover o comércio e seus próprios interesses. Essas pessoas eram os burgueses originais. Na baixa Idade Média, aliaram-se com a nobreza através de casamentos, para enfraquecer o sistema feudal, transformando-se gradualmente na classe governante de nação-estados industrializadas.
          No século XVII e XVIII, essa classe de forma geral apoiou a revolução americana e a revolução francesa fazendo cair as leis e os privilégios da ordem feudal absolutista, limpando o caminho para a rápida expansão do comércio. Os conceitos tais como liberdades pessoais, direitos religiosos e civis e livre comércio todos derivam-se das filosofias burguesas. Com a expansão do comércio e da economia de mercado, o poder e a influência da burguesia cresceu. Em todos os países industrializados, a aristocracia perdeu gradualmente o poder ou foi expurgada por revoltas burguesas, passando a burguesia para o topo da hierarquia social. Com os avanços da indústria, surgiu uma classe mais baixa inteiramente nova, o proletariado ou classe trabalhadora.
          A grande burguesia era ainda muito incipiente nos primeiros tempos do liberalismo. Ela só pôde crescer e afirmar-se, embora muito lentamente, a partir da segunda metade do século XIX, porque só nessa altura estavam criadas as condições para o desenvolvimento econômica do país. O seu enriquecimento processou-se em ligação às atividades mercantis, financeiras e, de certo modo, industriais. O banqueiro, o grande negociante e o grande industrial são os representantes desta burguesia capitalista lançada pela Regeneração.
 Revolução Industrial:
          A Revolução tornou os métodos de produção mais eficientes. Os produtos passaram a ser produzidos mais rapidamente, barateando o preço e estimulando o consumo. Por outro lado, aumentou também o número de desempregados. As máquinas foram substituindo, aos poucos, a mão-de-obra humana. A poluição ambiental, o aumento da poluição sonora, o êxodo rural e o crescimento desordenado das cidades também foram conseqüências nocivas para a sociedade. A Revolução Industrial teve início no século XVIII, na Inglaterra, com a mecanização dos sistemas de produção. Enquanto na Idade Média o artesanato era a forma de produzir mais utilizada, na Idade Moderna tudo mudou. A burguesia industrial, ávida por maiores lucros, menores custos e produção acelerada, buscou alternativas para melhorar a produção de mercadorias. Também podemos apontar o crescimento populacional, que trouxe maior demanda de produtos e mercadorias. Foi a Inglaterra o país que saiu na frente no processo de Revolução Industrial do século XVIII. Este fato pode ser explicado por diversos fatores. A Inglaterra possuía grandes reservas de carvão mineral em seu subsolo, ou seja, a principal fonte de energia para movimentar as máquinas e as locomotivas à vapor. 

Componentes:
     Ciro Jr;
     Samila Castro;
     Joás Hollanda;
     Fernanda Jalles.

Um comentário:

  1. No século XVII a Revolução Inglesa representou a primeira manifestação de crise do sistema da época moderna, a qual foi identificada como absolutismo.
    O poder monárquico era extremamente limitado, mas cedendo a maior parte de suas prerrogativas ao Parlamento, instaurou-se o regime parlamentarista que permanece até os dias atuais.
    Nessa época, foi exigida a prisão de dois ministros do rei e aprovaram uma lei que proíbe o monarca de dissolver o parlamento. Esse processo teve início com a Revolução Puritana de 1640 e terminou com a Revolução Gloriosa de 1688, as quais fazem parte de um mesmo processo revolucionário.
    Foi esse movimento revolucionário que proporcionou condições indispensáveis para a Revolução Industrial do século XVIII, deixando o terreno preparado para o avanço do capitalismo.

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