quarta-feira, 27 de junho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Revolução Francesa:
A Revolução Francesa é considerada um dos movimentos mais importantes da história do mundo ocidental. Essa importância se deve a seu caráter revolucionário, ou seja. De ter rompido com um tipo de sociedade específico, a de Antigo Regime, e ter criado uma nova, pautada nas liberdades civis e na igualdade jurídica.
- O Clero ou Primeiro Estado, composto pelo Alto Clero, que representava 0,5% da população francesa, era identificado com a nobreza e negava reformas, e pelo Baixo Clero, identificado com o povo, e que as reclamava;
- A Nobreza, ou Segundo Estado, composta por uma camada palaciana ou cortesã, que sobrevivia à custa do Estado, por uma camada provincial, que se mantinha com as rendas dos feudos, e uma camada chamada Nobreza Togada, em que alguns juízes e altos funcionários burgueses adquiriram os seus títulos e cargos, transmissíveis aos herdeiros. Aproximava-se de 1,5% dos habitantes.
As causas da revolução francesa são as insatisfações do Terceiro Estado em relação à política, a economia e a organização social.
Os impostos e contribuições para o Estado, o clero e a nobreza incidiam sobre o Terceiro Estado, uma vez que os dois últimos não só tinham isenção tributária como ainda usufruíam do tesouro real por meio de pensões e cargos públicos.
A França ainda tinha grandes características feudais: 80% de sua economia era agrícola. Quando uma grande escassez de alimentos ocorreu devido a uma onda de frio na região, a população foi obrigada a mudar-se para as cidades e lá, nas fábricas, era constantemente explorada e a cada ano tornava-se mais miserável. Vivia à base de pão preto e em casas de péssimas condições, sem saneamentos básicos e vulneráveis a muitas doenças.
A causa mais forte de Revolução foi a econômica, já que as causas sociais, como de costume, não conseguem ser ouvidas por si sós. Os historiadores sugerem o ano de 1789 como o início da Revolução Francesa. Mas esta, por uma das "ironias" da história, começou dois anos antes, com uma reação dos notáveis franceses - clérigos e nobres - contra o absolutismo, tendo sido inspirada em ideias iluministas, e se pretendia reformar e para isso buscava limitar seus privilégios. Luís XVI convocou a nobreza e o clero para contribuírem no pagamento de impostos, na altamente aristocrática Assembleia dos Notáveis (1787).
No meio do caos econômico e do descontentamento geral, Luís XVI da França não conseguiu promover reformas tributárias, impedido pela nobreza e pelo clero, que não "queriam dar os anéis para salvar os dedos". Não percebendo que seus privilégios dependiam do Absolutismo, os notáveis pediram ajuda à burguesia para lutar contra o poder real - era a Revolta da Aristocracia ou dos Notáveis (1787-1789). Eles iniciaram a revolta ao exigir a convocação dos Estados Gerais para votar o projeto de reformas.
Em fevereiro de 1787, o ministro das finanças, Loménie de Brienne, submeteu a uma Assembleia de Notáveis, escolhidos de entre a nobreza, clero, burguesia e burocracia, um projeto que incluía o lançamento de um novo imposto sobre a propriedade da nobreza e do clero. Esta Assembleia não aprovou o novo imposto, pedindo que o rei Luís XVI convocasse os Estados-Gerais. Em 8 de agosto, o rei concordou, convocando os Estados Gerais para maio de 1789. Fazendo parte dos trabalhos preparatórios da reunião dos Estados Gerais, começaram a ser escritos os tradicionais cahiers de doléances, onde se registraram as queixas das três ordens. O Parlamento de Paris proclama então que os Estados Gerais se deveriam reunir de acordo com as regras observadas na sua última reunião, em 1614. Aproveitando a lembrança, o Clube dos Trinta começa imediatamente a lançar panfletos defendendo o voto individual inorgânico - "um homem, um voto" - e a duplicação dos representantes do Terceiro Estado. Várias reuniões de Assembleias provinciais, como em Grenoble, já o haviam feito. Jacques Necker, de novo ministro das finanças, manifesta a sua concordância com a duplicação dos representantes do Terceiro Estado, deixando para as reuniões dos Estados a decisão quanto ao modo de votação – orgânico (pelas ordens) ou inorgânico (por cabeça). Serão eleitos 291 deputados para a reunião do Primeiro Estado (Clero), 270 para a do Segundo Estado (Nobreza), e 578 deputados para a reunião do Terceiro Estado (burguesia e pequenos proprietários).
A Revolução Francesa pode ser subdividida em quatro períodos: a Assembleia Constituinte, a Assembleia Legislativa, a Convenção e o Diretório.
O período da Assembleia Constituinte decorre de 9 de julho de 1789 a 30 de setembro de 1791. As primeiras ações dos revolucionários deram-se quando, em 17 de junho, a reunião do Terceiro Estado se proclamou "Assembleia Nacional" e, pouco depois, "Assembleia Nacional Constituinte". Em 12 de julho, começam os motins em Paris, culminando em 14 de julho com a tomada da prisão da Bastilha, símbolo do poder real e depósito de armas. Sob proposta de dois aristocratas, o visconde de Noailles e do duque de Aiguillon, a Assembleia suprime todos os privilégios das comunidades e das pessoas, as imunidades provinciais e municipais, as banalidades, e os direitos feudais. Pouco depois, aprovava-se a solene "Declaração dos direitos do Homem e do Cidadão". O lema dos revolucionários era "Liberdade, Igualdade e Fraternidade", mas logo em 14 de junho de 1791, se aprovou a Lei de Le Chapelier que proibia os sindicatos de trabalhadores e as greves, com penas que podiam ir até à pena de morte. Em 19 de abril de 1791, o Estado nacionaliza e passa a administrar todos os bens da Igreja Católica, sendo aprovada em julho a Constituição Civil do Clero, por intermédio da qual os padres católicos passam a ser funcionários públicos.
Entra o período da Convenção Nacional, de 20 de setembro de 1792 até 26 de outubro de 1795. A Convenção vem a ficar dominada pelos jacobinos (partido da pequena e média burguesia, liderado por Robespierre), criando-se o Comitê de Salvação Pública e o Comitê de Segurança Geral iniciando-se o reino do Terror. A monarquia é abolida e muitos nobres abandonam o país, vindo a família de Luís XVI a ser guilhotinada em 1793.
Vai seguir-se o período do Diretório até 1799, também conhecido como o período da "Reação Termidoriana". Um golpe de Estado armado desencadeado pela alta burguesia financeira marca o fim de qualquer participação popular no movimento revolucionário. Foi um período autoritário assente no exército (então restabelecido após vitórias realizadas em campanhas externas). Elaborou-se uma nova Constituição, com o propósito de manter a alta burguesia (girondinos) livre de duas grandes ameaças: o jacobinismo e o ancien régime.
O golpe do 18 de Brumário em 9 de novembro de 1799 põe fim ao Diretório, iniciando-se a Era Napoleônica sob a forma do Consulado, a que se segue a Ditadura e o Império.
A Revolução Francesa semeou uma nova ideologia na Europa, conduziu a guerras, acabando por ser derrotada pela instalação do Império e, depois da derrota de Napoleão Bonaparte, pelo retorno a uma Monarquia na qual o rei Luís XVIII vai outorgar uma Carta Constitucional.
Mateus Willard
A Revolução Industrial:
A revolução industrial foi o processo de evoluções tecnológicas. Os trabalhadores passaram a trabalhar para um patrão, perdendo a posse da matéria prima e do produto final do lucro, e ainda, ficaram controlando máquinas que pertenciam aos patrões, e esse processo ficou conhecido como maquino fatura.
Antes da revolução industrial a
produção era artesanal e manual, daí surgiu a manufatura, só tinha no máximo
poucas maquinas simples. Os grupos de artesãos se organizavam e dividiam algumas
etapas do processo, mais muitas vezes só um dos artesãos cuidava de todo o
processo.
As
primeiras maquinas a vapor foram construídas na Inglaterra. Essas máquinas
retiravam a água acumulada nas minas de ferro e de carvão e fabricavam tecidos.
Graças a essas máquinas as produções de mercadorias aumentaram muito. A
revolução industrial está cada vez mais presente nos dias de hoje com grandes
avanços de tecnologias.
Larissa Castro.
Revolução Francesa:
A revolução francesa é um movimento social muito importante
para a história do mundo, principalmente na parte ocidental. Apresenta caráter
revolucionário, onde se rompeu com uma sociedade especifica como a de antigo
regime. A revolução deu-se início com o historiador Eric hobsbawm no ano de
1789. Ele afirma que seu comércio externo e suas colônias americanas lhe
proporcionaram altos lucros, que não eram suficientes, pois o estado gastava demais
com festas de corte e etc. Além de ter se envolvido na guerra de independência
dos Estados Unidos da América.
No tempo da revolução a sociedade
francesa ainda se organizava em estados, remontando o modelo feudal que dividia
a sociedade entre religiosos, cavaleiros e trabalhadores. Os estados conhecidos
como clero, nobreza e terceiro estado abrangiam 95% da população compreendidos
por camponeses, trabalhadores e burgueses. Nas cidades o desemprego atingia
níveis altos, forçando as pessoas a não terem boa alimentação e a viver de
forma precária, sempre se consumindo de protestos.
Esdras Morais.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Revolução industrial hoje:
Revolução industrial, hoje?
Por volta do século XVII, na Inglaterra se
começa um movimento de industrialização do trabalho, a troca de produtos
manuais arcaicos, por produtos produzidos por máquinas, o abandono da vida no
campo e o inicio das cidades. Esse processo foi tão importante, que até hoje
sentimos os efeitos dele.
Tudo que temos hoje foi influenciado pela
Revolução Industrial.
Pois se hoje temos tanta tecnologia, é por que um dia alguém criou mecanismos para isso ter se desenvolvido ao que temos no nosso dia-a-dia.
O escritor Júlio Verne, que viveu nessa época de inovação, previu em seus livros, muitas tecnologias que seriam inventadas ao decorrer dessa revolução como: Máquinas que podiam se movimentar debaixo d’água (submarinos), que se movimentavam por entre os céus (aeronaves) e até sobre viagens à lua, no seu livro “Da terra à Lua”, essas “previsões” de Verne se tornaram bem verdade e até comuns no nosso dia-a-dia.
O historiador Ernst H. Gombrich também comentou tal avanço, se referindo assim as linhas ferroviárias que elas “passavam por montanhas, através de túneis e sobre grandes rios, e se viajava pelo menos dez vezes mais depressa do que se havia viajado antes com o carro postal mais veloz.”
E para concluir, tal Revolução impulsiona e
inspira a muitos dos profissionais tanto da indústria como os que a estudam,
pois se espelham com o passado, modelando o presente, para se construir um bom
futuro.
Componentes:
Thais;
Débora;
Rebeca.
Revolução Industrial
Revolução
Industrial
Desde o século XII, o mundo ocidental europeu
experimentou mudanças de ordem política, econômica, social e cultural. O
renascimento comercial, que a partir do século XII começou a assumir relativa
importância naquele contexto histórico possibilitou o acúmulo de capital e o
estabelecimento de um grupo social até então inexistente, a burguesia.
O referido fornecimento comercial,
impulsionado pelas inovações técnicas na agricultura e pelo consequente
crescimento populacional, foi um dos fatores que impulsionou um gradativo
renascimento urbano: As cidades passaram a ser um centro dinâmico de atividades
artesanais e comerciais. Desse modo, paralelamente à dissolução do sistema
feudal, ocorreu a formação e consolidação do sistema capital.
Primeira Revolução Industrial:
Constituiu em um conjunto de mudanças tecnológicas
produzindo impacto no processo produtivo em nível econômico e social. Iniciada no
reino unido em meados do século XVIII expandiu-se pelo mundo a partir do século
XIX. Ao longo do processo ( que de acordo com algumas autores se registra até
aos nossos dias), a era da agricultura foi superada, a máquina foi substituindo
o trabalho humano, uma nova relação entre capital e trabalho se impôs, novas
relações entre nações se estabeleceram e surgiu o fenômeno da cultura de massa,
entre outros eventos.
Essa transformação foi possível devido a uma combinação de
fatores, como o liberalismo econômico, a acumulação de capital e uma série de
invenções, tais como o motor a vapor. O capitalismo tornou-se o sistema
econômico vigente.
Segunda
revolução industrial Quando se considera a existência de uma
primeira revolução industrial, pressupõe-se, a priori, que exista uma segunda
revolução industrial. Distinguir a revolução industrial significa
identificar características específicas desse processo histórico em
determinadas períodos de tempo. “Presente à nossa volta, renovando-se
incessantemente.” Iniciada na Inglaterra em meados do século
XVIII o desenvolvimento da indústria têxtil, o aperfeiçoamento de máquinas e a
utilização da energia a vapor, caracterizou a primeira revolução industrial. Tal compromisso assumido pelos inventores
correspondia perfeitamente aos interesses dos donos de fábricas, pois se
baseava na lógica inerente ao sistema capitalista = menos custo = mais lucro.
Maquinaria mecânica, inicialmente nas
fiadeiras e nos teares, possibilitou o aumento da produtividade e,
consequentemente, dos lucro e desenvolvimento tecnológico.
Mas não
só na Europa ocorreram tais transformações, pois os Estados Unidos e o Japão
também foram protagonistas do processo histórico denominado de Segunda
Revolução Industrial.
Componentes:
Emmanuel;
De Assis;
Bráulio.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
A vida em Esparta:
Esparta localizava-se na península do Peloponeso, numa região que tinha terras apropriadas para o cultivo da vinha e da oliveira. Nunca teve uma área urbana importante. Era uma cidade de caráter militarista e oligárquico.
O governo de Esparta tinha como um de seus principais objetivos fazer de seus cidadãos modelos de soldados, bem treinados fisicamente, corajosos e obedientes às leis e às autoridades.
A sociedade espartana
dividia-se em três categorias principais: espartiatas, periecos e
hilotas.
Os espartiatas eram os cidadãos espartanos, que
permaneciam à disposição do exército ou dos negócios públicos, podendo
participar no governo da cidade. Eram os proprietários da terra e não podiam
exercer o comércio. Deviam dedicar sua vida ao estado espartano.
Os periecos, assim como os espartiatas,
eram homens livres, mas dedicavam-se principalmente ao comércio e ao
artesanato. Descendiam dos povos conquistados pelos espartiatas e não tinham
direitos políticos nem participavam dos órgãos do governo. Pagavam impostos ao
Estado.
Os hilotas viviam presos à terra dos espartitas, sendo duramente explorados. Deviam cultivar essa terra a vida inteira e não podiam ser expulsos do seu lugar. Com o seu trabalho, sustentavam os cidadãos (espartiatas). Desprezados socialmente, promoviam frequentes revoltas contra o Estado. Para controlar as revoltas e manter os hilotas sob clima de terror, os espartanos organizavam expedições anuais de extermínio (criptias), que consistiam na perseguição e morte dos hilotas considerados perigosos.
Os hilotas viviam presos à terra dos espartitas, sendo duramente explorados. Deviam cultivar essa terra a vida inteira e não podiam ser expulsos do seu lugar. Com o seu trabalho, sustentavam os cidadãos (espartiatas). Desprezados socialmente, promoviam frequentes revoltas contra o Estado. Para controlar as revoltas e manter os hilotas sob clima de terror, os espartanos organizavam expedições anuais de extermínio (criptias), que consistiam na perseguição e morte dos hilotas considerados perigosos.
Educação dos espartanos:
O objetivo principal da educação espartana era transformar os jovens em bons soldados, capazes de manter a segurança da cidade. Nesse treinamento educacional eram muito importantes os treinamentos físicos, como salto, corrida, natação, lançamento de disco e dardo.
As mulheres espartanas recebiam educação quase igual à dos homens, participando dos torneios e atividades esportivas. O objetivo era dotá-las de um corpo forte para gerar filhos sadios e vigorosos.
Ao nascer, a criança espartana era inspecionada por membros do governo, que verificavam seu estado de saúde. Se fosse saudável, merecia os cuidados do Estado. Se fosse doente ou apresentasse alguma deficiência física ou mental, podia ser imediatamente morta. De acordo com Plutarco (50-120 d.C.), quando nascia uma criança espartana, pendurava-se na porta da casa um ramo de oliveira (se fosse um menino) ou uma fita de lã (se nascesse uma menina). Havia rituais privados de purificação e reconhecimento da criança pelo pai, além de uma festa de nascimento conhecida como genetlia, na qual o recém-nascido recebia um nome e presentes de parentes e amigos (Cf. Maria Beatriz B. Florenzano. Nascer, viver e morrer na Grécia antiga).
A partir dos sete anos, os pais (cidadãos) não mais comandavam a educação dos filhos. As crianças eram entregues à orientação do Estado, que tinha professores especializados para esse fim.
Na adolescência, os jovens eram encarregados dos serviços de segurança na cidade. Qualquer cidadão adulto podia vigiá-los e puni-los. O respeito aos mais velhos era regra básica. Às refeições, por exemplo, os jovens deviam ficar calados, só respondendo de forma breve às perguntas que lhes fossem feitas pelos adultos.
Com 20 anos, o jovem espartano entrava no exército. Mas só aos 30 anos de idade adquiria plenos direitos políticos, podendo, então, participar da Assembleia dos Cidadãos.
A alimentação era bem controlada. Se alguma jovem sentisse fome em demasia, era permitido que furtasse para conseguir alimentos. Castigavam-se, entretanto, aqueles que fossem apanhados roubando. Uma vez por ano, os meninos eram chicoteados em público, diante do altar de Ártemis (deusa grega vingativa, a quem se ofereciam muitos sacrifícios). Essa cerimônia constituía uma espécie de concurso público de resistência à dor física.
Componentes:
André Linhares;
André Linhares;
Pedro Rafael;
Francisco Ígor.
Grupo Atlas
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